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Revista Água e Meio Ambiente Subterrâneo

A Revista Água e Meio Ambiente Subterrâneo, editada pela Associação Brasileira de Águas Subterrâneas (ABAS), é a publicação nacional mais reconhecida do segmento de água e meio ambiente. A Revista possui tiragem de 5.000 exemplares, circulação bimestral, e aborda assuntos técnicos e práticos sobre a questão das águas subterrâneas, focando na divulgação de sua importância aos setores usuários. Com 32 páginas de fácil leitura e temas atualizados, a revista torna-se geradora de grandes focos de negócios.

Há quatro anos, sua distribuição é dirigida e gratuita para: órgãos gestores de recursos hídricos; órgãos ambientais; indústrias; companhias de saneamento; SAAEs; empresas de mineração; empresas de tratamento de resíduos; empresas perfuradoras de poços; empresas do agronegócio; universidades, entre outros setores usuários. A última edição, bem como as edições anteriores, já se encontra disponível para acesso no site da ABAS: www.abas.org.br.

Exclusividade para anunciantes

Desde a vigésima primeira edição, os anunciantes da revista contam também com um espaço para abordar lançamentos e novidades da empresa, dentro de uma nova seção chamada “Espaço Empresarial”. Os anúncios podem ser de página inteira (500 caracteres), 1/2 página (350 caracteres) e 1/3 página (200 caracteres). Vale ressaltar apenas que os textos estarão sujeitos a revisões para manterem o padrão editorial da revista “Água e Meio Ambiente Subterrâneo”.

Para obter mais informações ou anunciar na revista, entre em contato com Bruno Amadeu Bolívia, da Acqua Consultoria, pelo telefone (11) 3868-0724 ou e-mail: marketing@acquacon.com.br.

Confira abaixo os principais temas que serão abordados na 25ª edição da Revista, que circulará em janeiro de 2012:

Matéria de Capa: Projeto pode ser uma nova ameaça ao setor de perfuração de poços

Matéria de Produção de Água: Regularização de poços – por que o setor resiste?

Matéria de Meio Ambiente: A influência da educação ambiental para a preservação dos recursos hídricos

Artigo Opinião: Personalidade que tenha se destacado na ABAS durante o ano.

ArtCom Assessoria de Comunicação

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CIMAS 2013 já tem data. Programem-se!!

O III Congresso Internacional de Meio Ambiente Subterrâneo já tem data e local para sua realização.

 

Na esteira do sucesso dos dois eventos anteriores e ratificando o esmero e profissionalismo em sua organização e realização, o terceiro evento já está definido para ser realizado na Fecomercio, mesmo local onde ocorreram os eventos anteriores.

O evento ocorrerá nos dias 01, 02 e 03 de outubro de 2013.

Os interessados podem entrar em contato com a Secretária da ABAS – Associação Brasileira de Águas Subterrâneas pelo telefone 11 3868-0723 ou pelo e-mail: info@abas.org

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II Congresso Internacional de Meio Ambiente Subterrâneo é destaque na mídia

O II Congresso Internacional de Meio Ambiente Subterrâneo (II CIMAS) que foi realizado nos dias 4, 5 e 6 de novembro foi notícia em diversos veículos de comunicação e pôde contribuir com diversas pautas para a mídia. O presidente do evento, Everton de Oliveira, atendeu aos veículos e concedeu entrevistas sobre contaminação do solo e da água subterrânea, passivos ambientais em São Paulo e sobre o gás metano no Shopping Center Norte.

Confira alguns veículos onde o II CIMAS e Everton de Oliveira foram os destaques:

TV Bandeirantes:


TV Cultura:

Rádio Jovem Pan

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Meio Ambiente Subterrâneo é destaque de congresso

II Congresso Internacional de Meio Ambiente Subterrâneo acontece nesta semana, em SP

A capital paulista sedia de 04 a 06 de outubro, o II Congresso Internacional de Meio Ambiente Subterrâneo (II CIMAS), com a presença de especialistas do Brasil, da Alemanha, do Canadá, entre outros países.

Em entrevista à Rádio Jovem Pan, o presidente da comissão organizadora do fórum, Everton de Oliveira, explicou que o evento tem como objetivo principal alertar a sociedade sobre a importância do meio ambiente subterrâneo, da água e as implicações de seu uso sem planejamento
Publicidade para futuras gerações.

Temas como a água como fator de desenvolvimento econômico e a regulamentação da lei estadual de áreas contaminadas, estarão no centro das discussões, que ocorrerão no Centro de Eventos Fecomércio. “Embora a água subterrânea pareça algo distante do mundo das pessoas, no Estado de São Paulo, 50% do municipios dependem de água subterrânea e apenas 25% exclusivamente de água superficial. Portanto, a água subterrânea é o principal meio de oferecer água a todos”.

Sobre políticas públicas voltadas para o uso sustentável, Oliveira falou que trata-se de “uma política incipiente”, já que o meio ambiente subterrâneo não é visto com o tamanho que merece. Para participar, os interessados podem fazer suas inscrições diretamente aqui. Para mais informações, envie um email para cimas@abas.org ou pelo telefone (11) 3868-0726.

Fonte: Jovem Pan

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2º CIMAS: de 4 a 6 de outubro de 2011

Águas subterrâneas: essenciais para o abastecimento público

Principal fonte de água doce disponível no mundo, as águas subterrâneas são abundantes no Brasil, mas requerem uso racional e medidas de preservação para continuarem a atender às demandas de abastecimento no país

As interações ambientais e geológicas que ocorrem entre solo, rochas e águas subterrâneas afetam diretamente o ambiente em que vivemos. No que se refere aos recursos hídricos, segundo a Associação Brasileira de Águas Subterrâneas (ABAS), a maioria das pessoas desconhece que a água própria para consumo humano é escassa. O planeta tem 1 bilhão e 370 milhões de km3 de água. Do total de água disponível 97,5% é salgada e apenas 2,5% doce. Do total de água doce disponível 68% encontram-se nas calotas e geleiras, 30% nos aquíferos e menos de 2% nos rios. Ou seja, 98% do total de água doce disponível é subterrânea. De acordo com a ABAS, somente 28 litros em cada 1 milhão de litros de água do planeta correspondem à água doce, o equivalente a 2,5 litros em uma piscina olímpica. Desse total, apenas 0,1 litro (pouco mais que um cafezinho) está disponível para consumo imediato nas águas superficiais de rios, lagos, represas e açudes. No entanto, 6,17 litros (ou 17 latinhas de refrigerante) estão disponíveis sob o solo: são as águas subterrâneas.

“Na verdade, fontes alternativas de abastecimento são as águas superficiais”, enfatiza Everton de Oliveira, presidente do II Congresso de Meio Ambiente Subterrâneo (II CIMAS) que acontecerá de 4 a 6 de outubro, em São Paulo (SP). (Veja abaixo). Ele explica que “no Estado de São Paulo, 75% dos municípios são total ou parcialmente abastecidos por águas subterrâneas, atendendo a uma população de mais de 5,5 milhões de habitantes, sendo que em torno de 50% dos municípios são abastecidos exclusivamente por águas subterrâneas”. Segundo ele, na maioria das cidades, no país e no mundo, o abastecimento público usa das águas subterrâneas. Para se ter uma ideia, a estimativa é que cidade de São Paulo tenha cerca de 4 mil poços abastecendo indústrias, condomínios, shoppings, escolas etc. As cidades paulistas de Ribeirão Preto, Bauru, Araraquara e São José do Rio Preto têm o abastecimento urbano baseado nas águas subterrâneas.

REALIDADE DO ABASTECIMENTO NACIONAL

De acordo com a Gerência de Águas Subterrâneas da Agência Nacional de Águas (ANA), no Brasil, 47% dos municípios são abastecidos exclusivamente por mananciais superficiais, enquanto 39% das sedes municipais (2.153 municípios) são integralmente abastecidos por água subterrânea e outros 14% são abastecidos tanto por água superficial como por água subterrânea (ANA, 2010). Entre as capitais estaduais Maceió, Natal e Belém possuem grande parte do abastecimento por águas subterrâneas.

A vazão média dos cursos superficiais é de 179.516 m3/s, o equivalente a 5.661 km3/ano (ANA, 2011). Já a reserva renovável estimada dos aquíferos é de 1.530 km3/ano (ANA, 2011) e a reserva permanente 112.000 km3, considerando uma profundidade de até 1.000 metros, com um volume de reabastecimento (recarga) de 3.500 km3 anuais (Aldo Rebouças, 1997).

BRASIL: ABUNDANTE TAMBÉM EM RECURSOS SUBTERRÂNEOS

Segundo a ANA, cerca de metade dos 8,5 milhões de Km2 do Brasil são formados por materiais rochosos que originam excelentes aquíferos, como por exemplo, nas bacias sedimentares da região amazônica (Bacias do Amazonas, Solimões e Acre); na Bacia Sedimentar do Paraná – onde se alojam os Sistemas Aquíferos Guarani e Bauru, por exemplo; na Bacia Sedimentar do Maranhão, onde os aquíferos Serra Grande e Cabeças são importantes exemplos.

O número de aquíferos em si depende da escala em que os mesmos são estudados. Dados preliminares da ANA (2011), indicam que cerca de duzentos aquíferos possuem importância local e regional elevadas. No estado de São Paulo, podem ser destacados os Aquíferos porosos Guarani, Bauru, Taubaté, São Paulo e Tubarão, como importantes, além dos aquíferos fraturados Serra Geral e dos Terrenos Cristalinos.
A água no Brasil é um bem público, de dominialidade dos Estados federados (rios localizados em um único estado e águas subterrâneas) e da União (lagos e rios que corram mais de um estado ou país, ou sirvam de limites entre estes). E, por ser o principal fator limitante para o desenvolvimento econômico, especialmente nos setores agrícola e industrial, pode tornar-se um bem cobiçado.

II CIMAS – PARA DEBATER AS ÁGUAS E O MEIO AMBIENTE SUBTERRÂNEOS

Todo este complexo ambiente estará em discussão, com a presença de especialistas nacionais e internacionais, no II Congresso Internacional de Meio Ambiente Subterrâneo. Promovido pela Associação Brasileira de Águas Subterrâneas, a primeira edição do Congresso, em 2009, reuniu mais de 500 especialistas do Brasil e do Mundo, além de profissionais e estudantes de 22 dos 27 estados brasileiros. Para Everton Oliveira, “esta interatividade é fundamental para a valorização e preservação dos recursos naturais subterrâneos, que afetam o meio ambiente como um todo. Pois, a gestão adequada para uso e proteção do solo e da água subterrânea no Brasil precisam ser discutidas e apresentadas para a sociedade, por isso estamos realizando a segunda edição do evento, que pretende ser ainda maior”, ressalta Oliveira, que também é secretário executivo da ABAS, professor do Instituto de Geociências da Universidade Estadual Paulista (UNESP), campus de Rio Claro (SP) e da Universidade de Waterloo, no Canadá. Acompanhe a programação completa do evento acessando o link: http://www.abas.org/cimas/pt/index.php.

SERVIÇO

II CONGRESSO INTERNACIONAL DE MEIO AMBIENTE SUBTERRÂNEO
Local: Centro Fecomércio de Eventos, em São Paulo, Capital
Realização: Associação Brasileira de Águas Subterrâneas (ABAS)
Informações: (11) 3868-0726 / cimas@abas.org
Inscrições: www.abas.org/cimas

Atendimento à imprensa:

Marlene Simarelli, Isabella Monteiro e Larissa Stracci
marlene@artcomassessoria.com.br
isabella@artcomassessoria.com.br
larissa@artcomassessoria.com.br
Telefones: (19) 3237.2099 / (19) 8172.3185
Twitter: @cimas_abas

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2º CIMAS: de 4 a 6 de outubro de 2011

Casos de áreas contaminadas no país demandam ações imediatas

Dados da Associação Brasileira de Águas Subterrâneas (ABAS) revelam que o valor econômico do passivo ambiental no Brasil ultrapassa R$ 15 bilhões de reais

A contaminação do solo e consequentemente dos lençóis freáticos é um problema extremamente grave e de desdobramentos complexos, que afeta tanto o meio ambiente quanto e principalmente a sociedade. É infelizmente bastante comum em várias regiões do país. Casos como o do Condomínio Barão de Mauá, construído sobre uma área contaminada por gases tóxicos e cancerígenos em Mauá, na Grande São Paulo e do Shopping Center Norte, também localizado na capital paulistana, são alguns exemplos. Na região Nordeste, na cidade de Fortaleza (CE), cerca de 80% dos aquíferos estão poluídos, isto devido a esgotos clandestinos, à destinação inadequada do esgoto residencial e de chorume de aterro sanitário e também de perfurações ilegais de poços. A cidade de Natal (RN) encontra-se em situação semelhante.

PRINCIPAIS POLUENTES E POLUIDORES

O Estado de São Paulo possui 3.675 áreas contaminadas conhecidas, sendo que a maior fonte de contaminação são os postos de combustíveis (79% do total), seguido das atividades industriais, responsáveis por 13% das contaminações, de acordo com dados da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (CETESB), atualizados até dezembro de 2010. Como os postos foram avaliados antes pela agência, espera-se que a quantidade de áreas industriais conhecidas aumente no futuro próximo.

Entre os muitos e variados tipos de poluentes encontrados em áreas contaminadas, há uma predominância do nitrato e metano, provenientes do esgoto não tratado e dos BTEX (benzeno, tolueno, etilbenzeno e xilenos), provenientes dos derivados do petróleo, sendo os postos de combustíveis os principais agentes causadores desta contaminação.

Estes gastam em média R$ 300 mil para diagnosticar e remediar contaminações, conforme exigência da licença ambiental, podendo alcançar, em vários casos, valores muito mais altos. O tempo para se remediar nestes casos varia, em média, de dois a quatro anos. No Brasil, os locais mais afetados pela contaminação encontram-se no Estado de São Paulo, na Região Metropolitana da Capital, na cidade de Ribeirão Preto, e em Campinas e seu entorno.

Além destes, existem muitos outros contaminantes de origem industrial que podem provocar contaminações de dimensões muitas vezes superiores, com riscos associados bem elevados e com custos de tratamento significativamente elevados, muitas vezes sem solução através de remediação, requerendo medidas institucionais, como a proibição do uso da água subterrânea, por exemplo.

ALTOS CUSTOS E GRAVES CONSEQUÊNCIAS

O conjunto de obrigações que as empresas têm com relação ao meio ambiente e com a sociedade, denominado passivo ambiental, tem se tornado, cada vez mais, alvo da preocupação das empresas, especialmente por conta de seus onerosos desdobramentos. Uma contaminação de solo ou água subterrânea pode levar à desvalorização da empresa, de imóveis e a problemas de saúde pública, além de onerar e até mesmo alterar projetos de obras públicas, como a expansão do metrô, por exemplo.

Segundo estimativas conservadoras da Associação Brasileira de Águas Subterrâneas (ABAS), o valor econômico do passivo ambiental no Brasil ultrapassa R$ 15 bilhões de reais. Resultado obtido por meio da multiplicação do número aproximado de áreas contaminadas pelo valor médio do custo de um trabalho de remediação. Atualmente, o valor médio de uma descontaminação é de R$ 500 mil, incluindo as diversas etapas do trabalho, de acordo com a ABAS.

“O valor da recuperação do local é bastante caro e, também, variável, já que cada metro cúbico de água contaminada, por exemplo, tem um custo para ser tratado, pois é preciso verificar o tipo de contaminação e a profundidade do local”, afirma o hidrogeólogo Everton de Oliveira, secretário da ABAS e presidente do II Congresso Internacional de Meio Ambiente Subterrâneo. Segundo Oliveira, esta situação é resultado de longos anos de urbanização e industrialização no Brasil.

LEGISLAÇÃO

O passivo ambiental só começou a ser alvo de preocupação no país a partir da década de 80, mas foi somente nos anos 90, que ações efetivas foram implantadas. Em relação à legislação, somente em junho de 2009, foi aprovada lei específica para punir as empresas poluidoras no Estado de São Paulo: a Lei 13.577, mas nada há ainda de alcance nacional. A lei paulista, que ainda carece de regulamentação, estabelece normas e diretrizes para proteção da qualidade do solo e gerenciamento de áreas contaminadas e determina que as empresas, quando constatarem casos de contaminação, são obrigadas a comunicar à CETESB, inclusive para a perfuração de poços no Estado.
A Gestão de Áreas Contaminadas e a Regulamentação da Lei Estadual de Áreas Contaminadas serão alguns dos temas debatidos durante o II Congresso Internacional de Meio Ambiente Subterrâneo (II CIMAS), que acontecerá de 4 a 6 de outubro, em São Paulo, Capital. Realizado pela ABAS e por inúmeros parceiros e apoiadores, o evento de cunho técnico-científico e internacional, pretende ampliar a discussão e a divulgação sobre o uso sustentável dos recursos subterrâneos em território nacional. A programação completa do evento está disponível no link: http://www.abas.org/cimas/pt/index.php

SERVIÇO

II CONGRESSO INTERNACIONAL DE MEIO AMBIENTE SUBTERRÂNEO
Local: Centro Fecomércio de Eventos, em São Paulo, Capital
Realização: Associação Brasileira de Águas Subterrâneas (ABAS)
Informações: (11) 3868-0726 / cimas@abas.org
Inscrições: www.abas.org/cimas

Atendimento à imprensa:
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2º CIMAS: de 4 a 6 de outubro de 2011

Água e Meio Ambiente Subterrâneo serão destaques em São Paulo

Fórum de discussão reunirá, pela segunda vez, especialistas nacionais e internacionais para debater temas referentes ao recurso hídrico que abastece a maioria das cidades no Brasil e no mundo

São Paulo, Capital, sedia, de 4 a 6 de outubro, o II Congresso Internacional de Meio Ambiente Subterrâneo (II CIMAS), com a presença de especialistas do Brasil, da Alemanha, do Canadá, entre outros países. Promovido pela Associação Brasileira de Águas Subterrâneas (ABAS), “o evento tem como objetivo principal alertar a sociedade sobre a importância do assunto no presente e as implicações de seu uso sem planejamento para futuras gerações”, afirma o presidente do II CIMAS, Everton de Oliveira, professor das universidades de Waterloo (Canadá) e Universidade Estadual Paulista (UNESP), campus de Rio Claro/SP.

Temas como “A água como Fator de Desenvolvimento Econômico” e a “Regulamentação da Lei Estadual de Áreas Contaminadas”, estarão no centro das discussões, que ocorrerão no Centro de Eventos Fecomércio. De longe a principal fonte de água doce disponível no mundo, as águas subterrâneas são abundantes no Brasil, mas uso racional e prevenção à contaminação precisam estar na pauta das autoridades públicas, alerta Oliveira. Trabalhos de preservação, prevenção e recuperação de contaminações em aquíferos são os únicos meios para garantir a conservação dos recursos hídricos subterrâneos e superficiais. “A água subterrânea tem grande importância dentro dos recursos hídricos disponíveis para o desenvolvimento. Só em São Paulo, elas abastecem total ou parcialmente, 75% dos municípios. Por isso, prevenir contaminação e promover a remediação de locais contaminados devem ser ações enfatizadas, pois contaminações na superfície poluem lençóis freáticos, rios, lagos, com consequente contaminação da vegetação e da fauna”, ressalta Oliveira, que também é secretário executivo da ABAS.

Confira abaixo a programação principal do evento:

CONFERÊNCIAS

Dia 04/10 das 11h às 12h
A água como fator de desenvolvimento socioeconômico, que terá como conferencista Benedito Braga, presidente do Fórum Mundial da Água;

Dia 05/10 das 17h às 18h
A água no século XXI, conduzida pelo diretor científico do Centre for Environmental Research – Helmholtz Institute, da Alemanha, Georg Teutsch;

• Dia 06/10 das 17h às 18h
Cenários da Qualidade das Águas Subterrâneas no Brasil frente às normas CONAMA 396/2008 e CNRH 107/2010, com Paulo Varella, diretor da Agência Nacional de Águas (ANA).

TALK SHOW

Dia 05/10 das 11h30 às 13h – Um debate, no formato talk show, reunirá as principais associações do setor para debater “Sustentabilidade do Meio Ambiente Subterrâneo frente ao Desenvolvimento Econômico”. Participarão, além da ABAS, representada por seu presidente Humberto Albuquerque; Fernando Kertzman, da Associação Brasileira de Geologia (ABGE); Arsenio Negro Junior, da Associação Brasileira de Mecânica dos Solos e Engenharia Geotécnica (ABMS); Giovana Galante, da Associação Brasileira das Empresas de Consultoria e Engenharia Ambiental (AESAS); Lupercio Ziroldo Antonio, do Fórum Nacional dos Comitês das Bacias Hidrográficas; Hugo Cassio Rocha, do Comitê Brasileiro de Túneis; e Ingrid Illich Muller, da Associação Brasileira de Recursos Hídricos (ABRH).

MESAS-REDONDAS

• Dia 04/10 das 14h30 às 16h30

Regulamentação da Lei Estadual de Áreas Contaminadas, com a presença de Eduardo San Martin (CIESP) e José Eduardo Ismael Lutti do Ministério Público do Estado de São Paulo. Este é um importante instrumento para a saúde das águas e do meio ambiente subterrâneos visto que o estado possui 3.675 áreas contaminadas conhecidas, sendo que a maior fonte de contaminação são os postos de combustíveis (79% do total), seguido das atividades industriais, responsáveis por 13% das contaminações, de acordo com dados da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (CETESB), atualizados até dezembro de 2010.

• Dia 05/10 das 14h30 às 16h30

Grandes desafios, grandes soluções, presidida por Jim Barker (Universidade de Waterloo – Canadá), com a participação de Claudio Henrique Dias Guimarães (PETROBRAS) e James Henderson (Dupont). Empresas enfrentam grandes problemas de contaminação e mostrarão quais as grandes soluções encontradas para resolvê-los.

• Dia 06/10 das 11h30 às 13h00

Restrições de uso de solo e água subterrânea: devo mesmo remediar?, com a participação de David Raynold, professor da Geosyntec, e Ricardo Borsari, diretor do Departamento de Água e Esgoto (DAEE).

• Dia 06/10 14h30 às 16h30

Técnicas de Destruição de Massa: eliminação da fonte de contaminação – presidida por Everton de Oliveira (ABAS – Hidroplan); com a participação de Neil Thompson (Universidade de Waterloo, Canadá) e Wilson Jardim (UNICAMP). Grande parte das remediações consiste em remover o contaminante para outro meio, retirando-o do meio ambiente subterrâneo. Sempre que possível, a proposta deve ser destruir o contaminante onde ele se encontra, sem retirá-lo, por meio de reações químicas, o que representa um benefício para o meio ambiente.

FENÁGUA

Paralelamente ao congresso, será realizada a Feira Nacional da Água (FENÁGUA), que apresentará produtos e serviços para a água, um espaço para exposição, empresarial e institucional, exclusivo para promoção dos negócios do setor. Participarão: ANA, Ag Solve, Analytical Solutions, Analytical Technology, Arcadis Tetraplan, ASL – Análises Ambientais, Biogri, CETESB, Clean Environment, Corplab, Doxor, Envirologek Technologies, FMC-Districhem, Fugro Insitu, Gaiatec Sistemas, Geoacqua, Geosyntec, Hidrosuprimentos, Instituto Geológico, ISR – In Situ Remediation, MGA Ambiental, Phytoetore, Sauber System, Soilution, Support Importação, Trionic e UFZ.

PATROCÍNIO E APOIO

O II CIMAS será patrocinado por: ANA, Ag Solve, Arcadis Tetraplan, CPRM, Damasco e Penna, Doxor Soluções Ambientais, Envirologek Technologies, Essencis Soluções Ambientais, Geoacqua, Geosyntec Consultants, Hidroplan, Hidrosuprimentos, Oazo, Oxiquimica, Petrobras, Soilution, Trionic e Vale S.A.

E contará com o apoio de: Associação Brasileira de Empresas de Engenharia de Fundações e Geotecnia (ABEF); Associação Brasileira de Resíduos Sólidos e Limpeza Pública (ABLP); Associação Brasileira de Mecânica dos Solos e Engenharia Geotécnica (ABMS); Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (ABRELPE); Associação Brasileira das Empresas de Consultoria e Engenharia Ambiental (AESAS); Instituto das Águas do Paraná; Centro de Pesquisa de Águas Subterrâneas (CEPAS); Centro de Capacitação e Pesquisa em Meio-Ambiente (CEPEMA); Edutech Ambiental; Fórum Nacional de Comitês de Bacias Hidrográficas; Revista Fundações Obras Geotécnicas; Secretaria de Saneamento e Recursos Hídricos do Estado de São Paulo; Instituto Geológico; Instituto Estadual do Ambiente (INEA); Ministério do Meio Ambiente; Governo Federal; Rede Latino Americana de Prevenção e Gestão de Sítios Contaminados (Relasc); Portal Visite São Paulo; UK Trade & Investiment e Faculdade de Saúde Pública da USP.

SERVIÇO

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