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	<title>Era da Água</title>
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	<description>Água e Meio Ambiente Subterrâneo são aqui!</description>
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		<title>Era da Água</title>
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		<title>A conta da natureza</title>
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		<pubDate>Fri, 25 May 2012 14:55:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>artcom a.c.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Avaliação]]></category>
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		<description><![CDATA[Linhas de pesquisas analisam as relações entre população, ambiente e mudanças climáticas Texto: Maria Alice da Cruz Fotos:  Pablo Jacob/ Agência O Globo e Antonio Scarpinetti Edição de Imagens: Tulio Chagas Eventos naturais extremos, como a chuva que vitimou várias &#8230; <a href="http://era-da-agua.com/2012/05/25/a-conta-da-natureza/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=era-da-agua.com&#038;blog=21375580&#038;post=2853&#038;subd=eradaagua&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><em>Linhas de pesquisas analisam as relações entre população, ambiente e mudanças climáticas</em></p>
<p style="text-align:justify;">Texto: Maria Alice da Cruz<br />
Fotos:  Pablo Jacob/ Agência O Globo e Antonio Scarpinetti<br />
Edição de Imagens: Tulio Chagas</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://eradaagua.files.wordpress.com/2012/05/foto-1.jpg"><img class="size-full wp-image-2855 aligncenter" title="foto 1" src="http://eradaagua.files.wordpress.com/2012/05/foto-1.jpg?w=500" alt=""   /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Eventos naturais extremos, como a chuva que vitimou várias pessoas entre março e abril deste ano, em Teresópolis (RJ), mesmo após a tragédia que atingiu a região serrana fluminense no ano passado, exigem novos olhares para os estudos da dinâmica populacional. As transformações que se apresentam nos últimos anos, incluindo atividades econômicas e mudanças climáticas, sugerem inovações nas pesquisas sobre população e ambiente, inserindo novos componentes importantes para compreender essa relação. Há 15 anos, o professor e demógrafo Daniel Hogan, falecido em abril de 2010, sugeria a inserção das mudanças ambientais globais como forma de tornar mais eficientes os resultados de pesquisas sobre dinâmica demográfica. Seus passos nessa linha de pesquisa, iniciados há 30 anos com a fundação do Núcleo de Estudos da População (Nepo) da Unicamp, continuam a ser seguidos por 20 estudiosos do grupo População e Ambiente do núcleo, de acordo com o sociólogo e doutor em demografia Roberto Luiz do Carmo, um dos coordenadores do grupo, ao lado do professor Alvaro de Oliveira D’Antona. Além das discussões sobre mudanças climáticas e suas relações com a dinâmica social e demográfica, existe uma série de outros aspectos da relação entre população e ambiente em estudo, como por exemplo, os processos de mudança no uso e ocupação da terra em várias partes do país, o processo de urbanização e suas decorrências, a redistribuição espacial da população e sua conexão com os processos ambientais.</p>
<p style="text-align:justify;">Entre outros resultados, os estudos mostram como as mudanças climáticas rebatem na dinâmica populacional. Conforme Carmo, as transformações têm impacto em aspectos relacionados com a própria estruturação da cidade, como, por exemplo, a ocupação pela população de áreas mais vulneráveis. “Esses eventos extremos de chuva, como este último em Teresópolis, representam um conjunto de riscos relacionados às mudanças climáticas que afetará um grupo populacional que já era vulnerável, por uma série de razões sociais, entre as quais a habitação em áreas ambientalmente mais frágeis, expostas a inundações e alagamentos”, adverte Carmo.</p>
<p style="text-align:justify;">De acordo com o demógrafo, com o crescimento urbano não planejado e dirigido pelo capital imobiliário, as pessoas em piores condições econômicas acabaram ocupando áreas de maior suscetibilidade a alagamentos e inundações, alguns dos principais riscos a ser potencializados pelas mudanças climáticas. Antes dessa potencialização, os riscos tinham um significativo impacto sobre a vida das populações que habitam áreas frágeis, segundo Carmo. “Foi esse o espaço que restou para esta população ocupar”, acentua.</p>
<p style="text-align:justify;">Conforme o pesquisador, a leitura que se faz hoje é de que existe uma dívida social em relação a esse processo de urbanização ocorrido no Brasil. “Uma dívida social que a cada ano apresenta sua conta, em forma de vida de pessoas e precisamos começar a pagar como sociedade”, questiona. A urbanização, um dos dois maiores fenômenos demográficos ocorridos na segunda metade do século 20 no país, tem recebido atenção especial do grupo. O segundo, conforme Carmo, é queda da taxa de fecundidade, que provocou um processo de transição demográfica, mas não garantiu avanços no que diz respeito à sustentabilidade. As desigualdades sociais permanecem, fazendo as vítimas da má distribuição de bens naturais e dos riscos ambientais que foram socialmente construídos ao longo da história do país, segundo o professor. “O número de famílias que vivem em situação de vulnerabilidade ainda é expressivo”, acentua.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://eradaagua.files.wordpress.com/2012/05/foto-2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2857" title="foto 2" src="http://eradaagua.files.wordpress.com/2012/05/foto-2.jpg?w=500" alt=""   /></a></p>
<p style="text-align:justify;">A transição demográfica faz com que os demógrafos lancem um olhar diferenciado para a dinâmica populacional no Brasil, apesar de todo o movimento em torno da chegada aos 7 bilhões de habitantes no mundo. “Se olharmos para a escala mundial, colocaríamos um peso muito grande na questão dos números absolutos de volume de população, mas se analisarmos um processo recente de população brasileira, veremos que nas últimas três décadas houve um processo tão grande de queda da fecundidade, que começamos a ver o momento que a população vai parar de crescer no Brasil. Mas até que ponto essa questão da diminuição de crescimento efetivamente vai significar uma diminuição da desigualdade social? Não houve transformação muito grande em termos de diminuição das desigualdades sociais”, acrescenta.</p>
<p style="text-align:justify;">Na avaliação de Carmo, o grupo avançou muito no conceito de vulnerabilidade durante um longo período, pensando nele, num primeiro momento, como o reverso da moeda da sustentabilidade. “Começamos a pensar, principalmente, no âmbito desses projetos que temos sobre mudanças climáticas, em termos de adaptação de resiliência. Como os grupos sociais vão se adaptar a esse novo contexto e como é possível pensar essa organização diante desses riscos que poderão ser cada vez maiores”, reflete.</p>
<p style="text-align:justify;">Carmo recorda que, há 20 anos, quando membros do grupo iniciaram as pesquisas sobre a utilização da água e o impacto na dinâmica populacional, a questão não era estudada. Dados mais recentes de pesquisa desenvolvida no Nepo mostram o impacto da expansão do cultivo da soja em larga escala na modificação da paisagem e na nova dinâmica ambiental do Cerrado. O trabalho mostra que a demanda grande por água pode levar a processo muito intenso de uso e até a um conflito pelo uso do recurso num contexto onde existe característica ambiental bastante frágil. A expansão agrícola, segundo ele, demanda uma quantidade maior de água. No Cerrado, principalmente, onde essa atividade se expandiu, a produção é calcada no aumento do uso da irrigação e no uso intensivo de produtos agroquímicos, tendo impacto na qualidade da água. Os impactos em termos de qualidade podem vir a ter impacto em termos de quantidade, no futuro, segundo o pesquisador. Ele enfatiza que todo processo de expansão das atividades econômicas no Cerrado são fundamentais hoje para o país, pois uma parcela significativa da balança comercial brasileira vem da exportação desses produtos, que são primários, mas os impactos precisam ser avaliados.</p>
<p style="text-align:justify;">Em um trabalho dedicado às questões demográficas e hídricas em São Paulo, Rio de Janeiro, Campinas, Santos e no Recife, os pesquisadores observaram que a expansão metropolitana brasileira foi acompanhada de problemas como o aumento da demanda por água e a degradação de recursos hídricos. Essas mudanças refletiram-se no surgimento de significativos grupos populacionais com condições de vida precárias, segundo Carmo. Ele acentua que ao longo dos últimos dez anos houve uma evolução muito importante em termos de aumento da cobertura dos serviços de água, coleta de esgoto no país como um todo, entretanto, em localidades onde não há legislação de recursos hídricos implementada a situação continua difícil em termos de serviços básicos de saneamento para grande parte da população. “Em muitos casos, o que vemos é melhoria da coleta do esgoto, mas com despejo diretamente nos cursos de água. As grandes cidades, entre as quais Recife, ainda enfrentarão uma série de aspectos envolvidos com essa questão da água.”</p>
<p style="text-align:justify;">Ele acrescenta que a região metropolitana de São Paulo, por estar situada na parte mais alta da bacia, não tem muita água disponível, em relação à demanda existente. Por conta disso, a capital paulista capta água do sistema Cantareira, que é da Bacia do Piracicaba. Segundo Carmo, há uma competição por água entre Campinas e São Paulo, e isso certamente se refletirá em 2014, quando a renovação da outorga será discutida.</p>
<p style="text-align:justify;">As novas formas de organização social constituídas em um mundo que passa por grandes transformações, pelo acesso à tecnologia, pela nova cobertura de serviços públicos, pela queda de fecundidade, trazem uma situação de conforto para uma parte significativa da população, entretanto, as questões se colocam aos demógrafos em termos geracionais. “O que nossa geração vai deixar para a de nossos filhos? Um mundo arrasado em que eles terão dificuldade para sobreviver? Nossa discussão vem nesse sentido, nossa geração vive momento de afluência e riqueza que nunca existiu em outro momento da história. Ao mesmo tempo, isso traz uma grande responsabilidade, pois precisamos pensar no que deixar para o futuro.” Para ele, as pessoas que estão num determinado nível social em que se pode desfrutar de tudo o que a tecnologia e os recursos econômicos podem oferecer precisam olhar para o lado, pois há uma parcela da população que não tem acesso.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Trabalhos recentes</strong></p>
<p style="text-align:justify;">A dissertação “Mineração e dinâmica populacional”, de autoria de Vinicius Correa, orientado por Carmo, mostra o impacto da atividade de mineração na dimensão populacional da Serra Pelada. Para o orientador, o trabalho mostra que a mineração deixou um legado de população masculina que impacta até hoje a demografia da região. “É preciso pensar nos impactos populacionais que esses processos deixam em termos de longo prazo”, pontua.</p>
<p style="text-align:justify;">Outra linha desenvolvida dentro do grupo, em parceria com a Prefeitura de Campinas, mostra o impacto da dengue na organização populacional. Os resultados revelam que, por um lado, ao longo da década de 2000, houve duas situações bem diferenciadas: a primeira mostra uma incidência maior da doença numa população com menor acesso aos serviços de água; a segunda, um grupo populacional com todos os recursos econômicos, mas preocupado em manter vasos e plantas nos quais os mosquitos se reproduzem. “Para cada um dos casos é preciso realizar uma política pública diferente. Por um lado, aumento do oferecimento de água tratada, para que as pessoas não tenham que estocar. Por outro lado, uma política massiva de informação e de ação direta para mudança de cultura em relação à manutenção das áreas urbanas, sejam elas privadas ou públicas”, opina Carmo.</p>
<p style="text-align:justify;">Um trabalho de iniciação científica realizado em Altamira (PA), premiado no Congresso de Iniciação Científica de 2011 da Unicamp, mostra elementos importantes para a compreensão da dificuldade de se combater a dengue no Brasil. Segundo Carmo, os resultados mostram que a doença envolve desde questões da urbanização até características da mobilidade espacial da população. “É um resultado interessante em termos de aplicabilidade de políticas públicas, porque a dengue sintetiza toda a complexidade da relação entre população e ambiente com todos os meandros”, justifica o orientador.</p>
<p style="text-align:justify;">Fonte: Jornal da Unicamp</p>
<p style="text-align:justify;">
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		<title>7º Seminário de Engenharia de Fundações Especiais e Geotecnia (SEFE7)</title>
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		<pubDate>Fri, 25 May 2012 14:49:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>artcom a.c.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cursos e Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente Subterrâneo]]></category>
		<category><![CDATA[fundações]]></category>
		<category><![CDATA[seminário de engenharia e geotecnia]]></category>
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		<description><![CDATA[A ABEF &#8211; Associação Brasileira de Empresas de Engenharia de Fundações Especiais e Geotecnia, o SINABEF, o DFI – Deep Foundations Institute, em parceria com a ABMS – Associação Brasileira de Mecânica dos Solos e Engenharia Geotécnica e com a &#8230; <a href="http://era-da-agua.com/2012/05/25/7o-seminario-de-engenharia-de-fundacoes-especiais-e-geotecnia-sefe7/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=era-da-agua.com&#038;blog=21375580&#038;post=2851&#038;subd=eradaagua&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">A ABEF &#8211; Associação Brasileira de Empresas de Engenharia de Fundações Especiais e Geotecnia, o SINABEF, o DFI – Deep Foundations Institute, em parceria com a ABMS – Associação Brasileira de Mecânica dos Solos e Engenharia Geotécnica e com a ABEG – Associação Brasileira das Empresas de Projeto e Consultoria em Engenharia Geotécnica realizarão o 7º Seminário de Engenharia de Fundações Especiais e Geotecnia – SEFE7, no Pavilhão E do Expo Transamérica, na cidade de São Paulo – SP no período de 17 a 20 de junho de 2012.</p>
<p style="text-align:justify;">O evento congrega tradicionalmente, a cada quatro anos, os mais importantes técnicos, executores, projetistas, consultores e dirigentes empresariais de praticamente todas as empresas que atuam no setor de fundações, sondagens e geotecnia no Brasil. O último SEFE teve 600 inscritos, representando cerca de 250 empresas de vinte e quatro estados do Brasil.</p>
<p style="text-align:justify;">Visando promover um evento ainda mais representativo, foi feita uma parceria com o DFI – Deep Foundations Institute, entidade norte americana, promotora de diversos eventos sobre este assunto nos EUA, acordo que dará uma nova dimensão ao Seminário e a Feira.</p>
<p style="text-align:justify;">O Brasil vivencia uma importante quadra de seu crescimento com uma expressiva quantidade de grandes obras de engenharia destinadas a construção de usinas hidrelétricas de pequeno, médio e grande porte; grandes projetos de mineração; aeroportos; portos, rodovias; ferrovias; linhas de metro e inúmeras obras ligadas a projetos urbanísticos e de habitação.</p>
<p style="text-align:justify;">Além disso, o país organiza nos próximos anos a Copa do Mundo de Futebol em 2014, a Copa América em 2014 e as Olimpíadas em 2016, eventos que certamente demandarão grandes investimentos em obras de infra-estrutura, além do crescimento que vem sendo provocado pela força da economia nacional.</p>
<p style="text-align:justify;">Os promotores, reconhecendo o bom momento da economia brasileira, decidiram ampliar o espaço da Exposição Técnica Paralela ao evento, agora denominada Feira da Indústria de Fundações, que passará a ter uma área interna de exposição de 1.000 m2, procurando assim atender a uma demanda do mercado.</p>
<p style="text-align:justify;">Devemos ressaltar ainda que a Feira terá uma área externa destinada a exposição de grandes máquinas, nacionais e importadas o que certamente enriquecerá bastante o evento.</p>
<p style="text-align:justify;">O SEFE7, como os anteriores, é especialmente dedicado a questões práticas e a interação entre a cadeia de fornecedores e prestadores de serviços, promovendo um amplo debate sobre novos processos e modernas tecnologias a serem aplicadas no país.</p>
<p style="text-align:justify;">É também seu intuito buscar a participação de todos os setores envolvidos por meio de uma forte ação de comunicação com as revistas especializadas, gerando assim maior visitação à Feira e, consequentemente, um aumento no volume de negócios para os expositores.</p>
<p style="text-align:justify;">Mais informações através do site: http://www.acquacon.com.br/sefe7</p>
<p style="text-align:justify;">
<br /> Tagged: <a href='http://era-da-agua.com/tag/fundacoes/'>fundações</a>, <a href='http://era-da-agua.com/tag/seminario-de-engenharia-e-geotecnia/'>seminário de engenharia e geotecnia</a>, <a href='http://era-da-agua.com/tag/sondagens/'>sondagens</a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/eradaagua.wordpress.com/2851/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/eradaagua.wordpress.com/2851/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/eradaagua.wordpress.com/2851/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/eradaagua.wordpress.com/2851/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/eradaagua.wordpress.com/2851/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/eradaagua.wordpress.com/2851/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/eradaagua.wordpress.com/2851/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/eradaagua.wordpress.com/2851/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/eradaagua.wordpress.com/2851/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/eradaagua.wordpress.com/2851/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/eradaagua.wordpress.com/2851/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/eradaagua.wordpress.com/2851/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/eradaagua.wordpress.com/2851/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/eradaagua.wordpress.com/2851/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=era-da-agua.com&#038;blog=21375580&#038;post=2851&#038;subd=eradaagua&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Moradores são beneficiados com construção de poços artesianos por preservarem APP´s do rio Cuiabá</title>
		<link>http://era-da-agua.com/2012/05/24/moradores-sao-beneficiados-com-construcao-de-pocos-artesianos-por-preservarem-app%c2%b4s-do-rio-cuiaba/</link>
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		<pubDate>Thu, 24 May 2012 13:27:59 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Abastecimento de Água]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Andréia Sversut A preservação do meio ambiente, resultante do projeto &#8216;Verde Rio&#8217;, desenvolvido pelo Ministério Público em parceria com várias instituições, começou a render frutos aos moradores ribeirinhos do município de Santo Antônio de Leverger. Nesta terça-feira (22.05), as &#8230; <a href="http://era-da-agua.com/2012/05/24/moradores-sao-beneficiados-com-construcao-de-pocos-artesianos-por-preservarem-app%c2%b4s-do-rio-cuiaba/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=era-da-agua.com&#038;blog=21375580&#038;post=2848&#038;subd=eradaagua&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><em>Por Andréia Sversut</em></p>
<p style="text-align:justify;">A preservação do meio ambiente, resultante do projeto &#8216;Verde Rio&#8217;, desenvolvido pelo Ministério Público em parceria com várias instituições, começou a render frutos aos moradores ribeirinhos do município de Santo Antônio de Leverger. Nesta terça-feira (22.05), as 300 famílias das Comunidades de Barranco Alto I e II receberam dois poços artesianos. As construções foram viabilizadas por meio de recursos do projeto &#8216;Copa Verde&#8217;, realizado pela Secretaria da Copa 2014 (Secopa) e Instituto Ação Verde. A iniciativa visa a compensação da emissão de gases poluentes emitidos durante a construção da Arena Pantanal, em Cuiabá.</p>
<p style="text-align:justify;">De acordo com a promotora de Justiça Ana Luíza Ávila Peterlini de Souza, a ação é pioneira, já que os moradores estão recebendo recursos para recuperarem e conservarem as áreas de preservação permanente (APP) às margens do rio Cuiabá, região onde vivem. “Foram os próprios moradores que decidiram pela construção dos poços artesianos, em função da constante falta de água. A neutralização de carbono, além de trazer ganhos ambientais com a recuperação das APPs degradadas, está se transformando em benefícios sociais para a comunidade”, afirmou. Para ela, a região tem um grande potencial turístico e é necessário ordenar a ocupação do local. “Se não ordenarmos agora, não conseguiremos controlar o problema no futuro”.</p>
<p style="text-align:justify;">A promotora explicou que, por meio do projeto Verde Rio, o Ministério Público tem firmado Termos de Ajustamento de Conduta (TAC) com os proprietários das áreas localizadas às margens do rio Cuiabá e, dessa forma, tem garantido a realização de medidas de recuperação e preservação. “Muitos moradores já isolaram a APP e fizeram trilhas de acesso para evitar que as pessoas pisem nos barrancos, o que contribui para o processo erosivo da área. Nosso objetivo não é punir, mas orientar e conscientizar e, até o momento, nenhum morador foi processado judicialmente, já que estamos conseguindo fazer acordo com todas as famílias”.</p>
<p style="text-align:justify;">Segundo o superintendente do Instituto Ação Verde, Paulo Borges, a instituição está realizando o inventário de emissões de gases de efeito estufa da Arena Pantanal para garantir a devida neutralização no Projeto. “Os moradores do Barranco Alto têm um crédito de R$ 111 mil que está sendo revertido para a recuperação das APPs do rio Cuiabá e também, em obras sociais que trarão benefícios à comunidade. Desse valor, R$ 61 mil foram utilizados para construção dos poços artesianos, que é uma reivindicação antiga das famílias locais”, disse. Ele informou que em um prazo de 10 dias os dois poços estarão em pleno funcionamento para atender as comunidades.</p>
<p style="text-align:justify;">Na ocasião, o secretário da Secopa, Maurício Guimarães, informou que as ações não ocorrerão somente no Barranco Alto. “As obras do VLT &#8211; Veículo Leve sobre Trilhos &#8211; também terão a neutralização dos gases poluentes e outras comunidades poderão ser beneficiadas”. Também participaram do evento o presidente do Instituto Ação Verde, Carlos Avalone, o presidente da Unimed Cuiabá, João Bosco Duarte, o secretário de Viação e Obras e Serviço Públicos do município de Santo Antônio de Leverger, Isaias Vieira Pires, além de representantes de entidades internacionais.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>LIXO –</strong> Durante o evento, foram entregues lixeiras aos moradores para descarte adequado do lixo, sendo informado pela promotora de Justiça, que o Ministério Público obteve o compromisso do município de Santo Antônio de Leverger para realização da coleta de lixo semanalmente naquela região. “A destinação inadequada e a falta de coleta de lixo é um dos grandes problemas dos moradores dessas comunidades o que consequentemente, afeta o meio ambiente, já que os moradores costumam fazer a &#8216;queima&#8217; dos resíduos sólidos”. Entretanto, com a entrega das lixeiras aos moradores e o compromisso de coleta, pelo Município, o problema tende a ser eliminado.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>VERDE RIO –</strong> O projeto Verde Rio foi criado há dois pelo Ministério Público em parceria com o Instituto Ação Verde, Secretarias de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rual, Empaer, Intermat e Secopa. O objetivo é promover medidas necessárias para a recuperação dos danos ambientais nas Áreas de Preservação Permanente do rio Cuiabá. Diversas empresas como a Unimed, Banco Sicred, Agroamazônia e Gráfica Atalaia já compraram créditos de carbono do projeto, visando neutralizar a emissão de gases poluentes.</p>
<p style="text-align:justify;">Fonte: Site do Ministério Público do Estado do Mato Grosso</p>
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		<title>Frontiers in Earth Sciences &#8211; 2012 USP Conferences</title>
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		<pubDate>Thu, 24 May 2012 13:22:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>artcom a.c.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cursos e Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente Subterrâneo]]></category>

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		<description><![CDATA[A Edição 2012 das Conferências USP, na área das Ciências da Terra, é um evento gratuito, com tradução simultânea, que acontecerá nos dias 2 e 3 de julho de 2012, Anfiteatro Francisco Romeu Landi (Escola Politécnica). Contará com conferências abrangendo &#8230; <a href="http://era-da-agua.com/2012/05/24/frontiers-in-earth-sciences-2012-usp-conferences/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=era-da-agua.com&#038;blog=21375580&#038;post=2845&#038;subd=eradaagua&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">A Edição 2012 das Conferências USP, na área das Ciências da Terra, é um evento gratuito, com tradução simultânea, que acontecerá nos dias 2 e 3 de julho de 2012, Anfiteatro Francisco Romeu Landi (Escola Politécnica). Contará com conferências abrangendo as áreas de Oceanografia, Geologia, Geofísica, Ciências Atmosféricas, Mudanças Climáticas e suas intersecções com a Química, a Biologia e a Física, proferidas por 16 cientistas de renome mundial. O evento abordará diferentes temas na fronteira do conhecimento sobre a evolução do planeta Terra.</p>
<p style="text-align:justify;">As inscrições já estão abertas e  devem ser feitas por meio do link:<br />
http://www.igc.usp.br/index.php?id=538, onde também está disponível a programação do evento.  As vagas são limitadas!</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/eradaagua.wordpress.com/2845/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/eradaagua.wordpress.com/2845/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/eradaagua.wordpress.com/2845/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/eradaagua.wordpress.com/2845/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/eradaagua.wordpress.com/2845/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/eradaagua.wordpress.com/2845/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/eradaagua.wordpress.com/2845/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/eradaagua.wordpress.com/2845/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/eradaagua.wordpress.com/2845/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/eradaagua.wordpress.com/2845/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/eradaagua.wordpress.com/2845/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/eradaagua.wordpress.com/2845/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/eradaagua.wordpress.com/2845/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/eradaagua.wordpress.com/2845/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=era-da-agua.com&#038;blog=21375580&#038;post=2845&#038;subd=eradaagua&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Brasileiro não cobra poder público por serviços de saneamento, diz ONG</title>
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		<pubDate>Wed, 23 May 2012 14:27:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>artcom a.c.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Água]]></category>
		<category><![CDATA[Água Subterrânea]]></category>
		<category><![CDATA[Contaminação]]></category>
		<category><![CDATA[Contaminantes]]></category>
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		<category><![CDATA[monitoramento da qualidade das águas]]></category>
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		<category><![CDATA[recursos hídricos]]></category>
		<category><![CDATA[serviços de saneamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Pesquisa mostra que população está mais conscientizada sobre o tema. Levantamento foi feito com 1.088 pessoas de 22 cidades do país. Por Eduardo Carvalho O brasileiro está mais conscientizado sobre a necessidade dos serviços de saneamento básico, porém, a maior &#8230; <a href="http://era-da-agua.com/2012/05/23/brasileiro-nao-cobra-poder-publico-por-servicos-de-saneamento-diz-ong/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=era-da-agua.com&#038;blog=21375580&#038;post=2841&#038;subd=eradaagua&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Pesquisa mostra que população está mais conscientizada sobre o tema. Levantamento foi feito com 1.088 pessoas de 22 cidades do país.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Por Eduardo Carvalho</em><br />
<br style="text-align:justify;" />O brasileiro está mais conscientizado sobre a necessidade dos serviços de saneamento básico, porém, a maior parte não cobra do poder público a realização deles, aponta pesquisa realizada pelo Ibope a pedido do Instituto Trata Brasil, organização não-governamental que trabalha com o tema no país.</p>
<p style="text-align:justify;">De acordo com o levantamento, feito com 1.008 pessoas de 22 cidades brasileiras com mais de 300 mil habitantes, 75% dos entrevistados apontaram que não cobram do governo a coleta e tratamento de esgoto. Dos que dizem cobrar, a maior parte solicita a limpeza de bueiros (7%) e o desentupimento do esgoto existente (5%).</p>
<p style="text-align:justify;">Apenas 13% dos participantes disseram não saber o que é saneamento básico, o que indicaria maior conscientização da população sobre o assunto, de acordo com a ONG. Entretanto, 58% consideram caro o valor cobrado pelo serviço em relação à qualidade do que é feito.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Responsabilidade</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Questionados sobre quem deve oferecer serviços de saneamento, 68% apontaram as prefeituras como responsáveis pela implantação e fiscalização.</p>
<p style="text-align:justify;">Porém, de acordo com a pesquisa, apenas 2% das pessoas consideram que o tema influenciará na escolha do candidato nas eleições municipais de 2012. A maioria (37%) considera a saúde como prioridade na tomada de decisão.</p>
<p style="text-align:justify;">Segundo a ONG, as percepções mais críticas são feitas por moradores das regiões Norte, Centro-Oeste e Nordeste, principalmente aqueles que vivem em cidades do interior e periferias e estão mais próximos aos problemas relacionados à falta de saneamento.</p>
<div id="attachment_2842" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://eradaagua.files.wordpress.com/2012/05/foto-esgoto.jpg"><img class=" wp-image-2842" title="foto esgoto" src="http://eradaagua.files.wordpress.com/2012/05/foto-esgoto.jpg?w=300&h=400" alt="" width="300" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">Esgoto escorre pela Rua Santa Isabel (Foto: Luna Markman/G1 PE)</p></div>
<p style="text-align:justify;"><strong>Qualidade das águas no Brasil</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Apesar do desenvolvimento do país e enriquecimento da população, o Brasil ainda não conseguiu alcançar 100% da coleta de esgoto, principal causador de poluição hídrica no país.</p>
<p style="text-align:justify;">De acordo com o relatório “Conjuntura dos Recursos Hídricos”, divulgado em 2011 pela Agência Nacional de Águas (ANA), o país coleta 56,6% do esgoto doméstico urbano.</p>
<p style="text-align:justify;">Entretanto, apenas 34% deste volume passam por tratamento. Além deste problema, não existe ainda uma rede integrada de monitoramento da qualidade das águas.</p>
<p style="text-align:justify;">Em nove estados ainda não existem quaisquer pontos de medição de possíveis alterações. Além dos sete estados da região Norte, Santa Catarina e Maranhão não verificam os dados.</p>
<p style="text-align:justify;">Outro motivo de preocupação são as águas subterrâneas, que começaram a ser analisadas devido ao risco de contaminação por esgoto não tratado e resíduos industriais. Em 2011, o governo liberou R$ 15 milhões para que investigações e testes fossem feitos em bacias como a rio Amazonas, no Norte, e São Francisco, no Nordeste.</p>
<p style="text-align:justify;">Segundo a ANA, a expansão das cidades, com mais indústrias e bairros, muitas vezes sem infraestrutura de saneamento básico, pode já ter causado a contaminação do solo de reservatórios naturais, mesmo aqueles localizados a uma profundidade que varia de 80 metros a 1.000 metros de profundidade.</p>
<p style="text-align:justify;">Fonte: Globo Natureza, São Paulo</p>
<br /> Tagged: <a href='http://era-da-agua.com/tag/aguas-subterraneas/'>águas subterrâneas</a>, <a href='http://era-da-agua.com/tag/contaminacao-do-solo-e-agua/'>contaminação do solo e água</a>, <a href='http://era-da-agua.com/tag/contaminacao-por-esgoto/'>contaminação por esgoto</a>, <a href='http://era-da-agua.com/tag/monitoramento-da-qualidade-das-aguas/'>monitoramento da qualidade das águas</a>, <a href='http://era-da-agua.com/tag/poluicao-hidrica/'>poluição hídrica</a>, <a href='http://era-da-agua.com/tag/recursos-hidricos/'>recursos hídricos</a>, <a href='http://era-da-agua.com/tag/servicos-de-saneamento/'>serviços de saneamento</a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/eradaagua.wordpress.com/2841/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/eradaagua.wordpress.com/2841/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/eradaagua.wordpress.com/2841/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/eradaagua.wordpress.com/2841/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/eradaagua.wordpress.com/2841/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/eradaagua.wordpress.com/2841/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/eradaagua.wordpress.com/2841/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/eradaagua.wordpress.com/2841/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/eradaagua.wordpress.com/2841/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/eradaagua.wordpress.com/2841/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/eradaagua.wordpress.com/2841/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/eradaagua.wordpress.com/2841/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/eradaagua.wordpress.com/2841/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/eradaagua.wordpress.com/2841/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=era-da-agua.com&#038;blog=21375580&#038;post=2841&#038;subd=eradaagua&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<media:content url="http://eradaagua.files.wordpress.com/2012/05/foto-esgoto.jpg" medium="image">
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		<title>Geotecnia em Meios Subterrâneos é tema de jornada técnico-científica na Ufop</title>
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		<pubDate>Wed, 23 May 2012 14:14:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>artcom a.c.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cursos e Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente Subterrâneo]]></category>
		<category><![CDATA[exploração de minas]]></category>
		<category><![CDATA[extração de minérios]]></category>
		<category><![CDATA[meios subterrâneos]]></category>

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		<description><![CDATA[De 13 a 16 de junho, a Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) receberá a &#8217;5ª Jornada Técnico-Científica de Meio Ambiente Subterrâneo e Sustentabilidade&#8217;. Com o tema central ‘Geotecnia em Meios Subterrâneos’, o evento discutirá soluções na extração de minérios &#8230; <a href="http://era-da-agua.com/2012/05/23/geotecnia-em-meios-subterraneos-e-tema-de-jornada-tecnico-cientifica-na-ufop/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=era-da-agua.com&#038;blog=21375580&#038;post=2837&#038;subd=eradaagua&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">De 13 a 16 de junho, a Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) receberá a &#8217;5ª Jornada Técnico-Científica de Meio Ambiente Subterrâneo e Sustentabilidade&#8217;. Com o tema central ‘Geotecnia em Meios Subterrâneos’, o evento discutirá soluções na extração de minérios e reusos sustentáveis para os meios subterrâneos após a exploração de minas.</p>
<p style="text-align:justify;">Os debates previstos visam aprimorar e aumentar o conhecimento de profissionais envolvidos na mineração sobre a sustentabilidade do ambiente de trabalho. O objetivo é pensar em formas de suporte para as escavações subterrâneas que possam transformar a atividade em um meio mais sustentável.</p>
<p style="text-align:justify;">A importância da discussão deve-se à grande quantidade de pontos de extração e outros usos envolvendo escavações cada vez mais profundas e à necessidade de reaproveitamento desses espaços. &#8220;Para termos a recomposição da área minerada ou escavada para um novo uso, é indispensável o estudo geotécnico de estabilidade da escavação, da segurança em relação a pilares e condição pós-abandono pela mineração&#8221;, destacou José Margarida da Silva, professor do Departamento de Engenharia de Minas (Demin).</p>
<p style="text-align:justify;">Além de apresentação de trabalhos de docentes, estudantes de pós-graduação, profissionais e do apoio de estudantes de graduação, serão realizadas visitas técnicas em minas subterrâneas da região de Ouro Preto. O evento contará com a participação de profissionais de renome internacional e também deve atrair servidores de órgãos públicos que lidam com questões ambientais.</p>
<p style="text-align:justify;">O evento é uma realização do Demin, da Escola de Minas da UFOP, que é representante do Brasil na RED Masys, rede Iberoamericana de investigações no tema Meio Ambiente Subterrâneo e Sustentabilidade. A rede é financiada pelo Programa Iberoamericano de Ciencia y Tecnología para o Desarrollo – Cyted, do qual participam 11 países membros. As jornadas técnico-científicas são realizadas junto a essas nações e este ano será a vez do Brasil.</p>
<p style="text-align:justify;">Fonte: Associação Brasileira de Metalurgia, Materiais e Mineração</p>
<br /> Tagged: <a href='http://era-da-agua.com/tag/exploracao-de-minas/'>exploração de minas</a>, <a href='http://era-da-agua.com/tag/extracao-de-minerios/'>extração de minérios</a>, <a href='http://era-da-agua.com/tag/meios-subterraneos/'>meios subterrâneos</a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/eradaagua.wordpress.com/2837/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/eradaagua.wordpress.com/2837/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/eradaagua.wordpress.com/2837/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/eradaagua.wordpress.com/2837/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/eradaagua.wordpress.com/2837/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/eradaagua.wordpress.com/2837/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/eradaagua.wordpress.com/2837/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/eradaagua.wordpress.com/2837/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/eradaagua.wordpress.com/2837/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/eradaagua.wordpress.com/2837/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/eradaagua.wordpress.com/2837/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/eradaagua.wordpress.com/2837/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/eradaagua.wordpress.com/2837/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/eradaagua.wordpress.com/2837/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=era-da-agua.com&#038;blog=21375580&#038;post=2837&#038;subd=eradaagua&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Ban Ki-Moon destaca sete pontos importantes para o desenvolvimento sustentável</title>
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		<pubDate>Wed, 23 May 2012 14:09:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>artcom a.c.</dc:creator>
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		<description><![CDATA[“O ritmo atual das negociações está enviando todos os sinais errados”, analisou o Secretrário-Geral da ONU, Ban Ki-Moon. Segundo o líder, as organizações do mundo devem repensar o atual modelo econômico e criar novas estratégias e políticas de economia verde. &#8230; <a href="http://era-da-agua.com/2012/05/23/ban-ki-moon-destaca-sete-pontos-importantes-para-o-desenvolvimento-sustentavel/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=era-da-agua.com&#038;blog=21375580&#038;post=2830&#038;subd=eradaagua&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2831" class="wp-caption aligncenter" style="width: 435px"><a href="http://eradaagua.files.wordpress.com/2012/05/ban-ki-moon.jpg"><img class="size-full wp-image-2831" title="Ban Ki-Moon" src="http://eradaagua.files.wordpress.com/2012/05/ban-ki-moon.jpg?w=500" alt=""   /></a><p class="wp-caption-text">Ban Ki-Moon comenta sobre assuntos em prol da sustentabilidade (Foto: Eskinder Debebe)</p></div>
<p style="text-align:justify;">“O ritmo atual das negociações está enviando todos os sinais errados”, analisou o Secretrário-Geral da ONU, Ban Ki-Moon. Segundo o líder, as organizações do mundo devem repensar o atual modelo econômico e criar novas estratégias e políticas de economia verde.</p>
<p style="text-align:justify;">A análise foi realizada durante o debate “O Caminho para a Rio+20 e Além”, organizado pela Assembleia Geral, na terça-feira, 22 de maio, em Nova York. No discurso de abertura do evento, Ban lembrou que falta um mês para a Rio+20 e que as negociações para o documento final da cúpula não estão ocorrendo na velocidade prevista. Ele solicitou agilidades aos países.</p>
<p style="text-align:justify;">Para o secretário-geral, questões menores estão atrapalhando o avanço. “Não podemos deixar que um exame minucioso do texto nos faça fechar os olhos para uma visão mais ampla da questão”, frisou.</p>
<p style="text-align:justify;">Ban Ki-Moon destacou sete pontos fundamentais em que as resoluções devem se concentrar:</p>
<p style="text-align:justify;">- Emprego decente, especialmente para 80 milhões de jovens que ingressam na força de trabalho anualmente;</p>
<p style="text-align:justify;">- Segurança alimentar e agronomia sustentável. O objetivo deve ser “fome zero” e “segurança alimentar para todos”;</p>
<p style="text-align:justify;">- Apoio ao acesso universal de fontes limpas e eficientes de energia;</p>
<p style="text-align:justify;">- Acesso universal a água potável e saneamento, que caminham juntos com a redução de pobreza e metas de saúde;</p>
<p style="text-align:justify;">- Guia para as políticas de preservação e uso sustentável dos oceanos;</p>
<p style="text-align:justify;">- Fortalecer instituições que apoiem o desenvolvimento sustentável em todos os níveis (social, econômico e ambiental) e fortalecer o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), além de promover melhor governança interna para o desenvolvimento sustentável;</p>
<p style="text-align:justify;">- Avançar no processo de definição de metas para o desenvolvimento sustentável para o desenvolvimento global pós 2015.</p>
<p style="text-align:justify;">- O secretário-geral também comentou que os países não devem perder a oportunidade de criar consenso e englobar a sociedade civil, as autoridades locais e o setor privado para os problemas que o planeta vai enfrentar em conjunto.</p>
<p style="text-align:justify;">Fonte: Envolverde, com  informações da Veja.</p>
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		<title>Potável, porém contaminada</title>
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		<pubDate>Tue, 22 May 2012 15:09:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>artcom a.c.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Abastecimento de Água]]></category>
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		<category><![CDATA[Contaminação]]></category>
		<category><![CDATA[Contaminantes]]></category>
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		<category><![CDATA[Investigação]]></category>
		<category><![CDATA[Recursos Hídricos]]></category>
		<category><![CDATA[água potável]]></category>
		<category><![CDATA[contaminação de água]]></category>

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		<description><![CDATA[Pesquisa acusa presença de contaminantes emergentes na água fornecida em 16 capitais brasileiras Texto: Manuel Alves Filho Fotos: Antonio Scarpinetti Edição de Imagens: Tulio Chagas A água potável fornecida em 16 capitais brasileiras, onde vivem aproximadamente 40 milhões de pessoas, &#8230; <a href="http://era-da-agua.com/2012/05/22/2822/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=era-da-agua.com&#038;blog=21375580&#038;post=2822&#038;subd=eradaagua&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Pesquisa acusa presença de contaminantes emergentes na água fornecida em 16 capitais brasileiras</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Texto: Manuel Alves Filho</em><br />
<em>Fotos: Antonio Scarpinetti</em><br />
<em>Edição de Imagens: Tulio Chagas</em></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://eradaagua.files.wordpress.com/2012/05/foto1.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-2826" title="foto1" src="http://eradaagua.files.wordpress.com/2012/05/foto1.jpg?w=472&h=360" alt="" width="472" height="360" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">A água potável fornecida em 16 capitais brasileiras, onde vivem aproximadamente 40 milhões de pessoas, apresenta contaminação por substâncias ainda não legisladas, mas que podem ser potencialmente nocivas à saúde humana. A constatação é de uma pesquisa desenvolvida pelo Instituto Nacional de Ciências e Tecnologias Analíticas Avançadas (INCTAA), que está sediado no Instituto de Química (IQ) da Unicamp, em colaboração com outras instituições. Os pesquisadores identificaram, por exemplo, a presença de cafeína em todas as 49 amostras coletadas no cavalete (cano de entrada) de residências espalhadas pelas cinco regiões do país. “Esse dado é relevante, pois a cafeína funciona como uma espécie de traçador da eficiência das estações de tratamento de água. Ou seja, onde a cafeína está presente, há grande probabilidade da presença de outros contaminantes”, explica o professor Wilson de Figueiredo Jardim, coordenador do estudo e do Laboratório de Química Ambiental (LQA) do IQ.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://eradaagua.files.wordpress.com/2012/05/foto2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2827" title="foto2" src="http://eradaagua.files.wordpress.com/2012/05/foto2.jpg?w=500" alt=""   /></a><br />
Além de cafeína, os cientistas também encontraram nas amostras analisadas concentrações variadas de atrazina (herbicida), fenolftaleína (laxante) e triclosan (substância presente em produtos de higiene pessoal). No caso da cafeína, as duas capitais que apresentaram maiores níveis de contaminação pela substância foram, respectivamente, Porto Alegre e São Paulo. “A liderança de Porto Alegre nesse ranking foi uma surpresa. Há uma hipótese para explicar a situação, mas ela evidentemente depende de confirmação. Segundo essa conjectura, a contaminação estaria ocorrendo porque os gaúchos são grandes consumidores de erva mate, que, por sua vez, tem grande concentração de cafeína. Independentemente da origem, a presença da cafeína na água fornecida aos porto-alegrenses e aos demais moradores das capitais consideradas no estudo demonstra que os mananciais estão contaminados por esgoto e que as estações de tratamento não estão dando conta de remover este e outros compostos do produto que chega às torneiras das residências. Ou seja, é a prova inequívoca de que estamos praticando o reúso de água há muito tempo”, explica o docente da Unicamp.</p>
<p style="text-align:justify;">De acordo com Wilson Jardim, por não serem legislados, esses contaminantes emergentes – são emergentes não porque são novos, mas porque estão cada vez mais presentes no ambiente – não são monitorados com frequência. Ademais, a ciência ainda não sabe ao certo qual o limite de proteção ao ser humano e nem que efeitos deletérios eles podem causar ao organismo do homem. “Entretanto, já dispomos de estudos científicos que apontam que esses compostos têm causado sérios danos aos organismos aquáticos. Está comprovado, por exemplo, que eles podem provocar a feminização de peixes, alteração de desenvolvimento de moluscos e anfíbios e decréscimo de fertilidade de aves”, elenca o professor da Unicamp.</p>
<p style="text-align:justify;">Quanto aos humanos, prossegue Wilson Jardim, há indícios de que os contaminantes não legislados, especialmente hormônios naturais e sintéticos, como o estrógeno, podem provocar mudanças no sistema endócrino de homens e mulheres. Uma hipótese, que carece de maiores estudos, considera que esse tipo de contaminação poderia estar contribuindo para que a menarca (primeira menstruação) ocorra cada vez mais cedo entre as meninas. “Estabelecer esse nexo causal é difícil. Entretanto, temos que estar atentos para problemas dessa ordem. Acredito que, com o tempo, os contaminantes emergentes também terão que ser legislados. O trabalho que estamos realizando tem por objetivo exatamente fornecer subsídios para a formulação de políticas públicas que possam assegurar à população o fornecimento de uma água potável de maior qualidade”, diz.</p>
<p style="text-align:justify;">Na opinião do especialista, o melhor caminho a seguir, num primeiro momento, é dar continuidade às pesquisas com vistas ao estabelecimento de normas que concorram para preservar o ambiente. “Esse tema será discutido em congresso científico que será realizado brevemente. A Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental [ABES] tem refletido sobre essa questão e deverá formular uma proposta de limiares de proteção da vida aquática. O passo seguinte, acredito, deverá estender esses parâmetros em relação ao ser humano”, prevê o docente.</p>
<p style="text-align:justify;">Conforme Wilson Jardim, o trabalho de análise da água potável fornecida nas 16 capitais contou com a participação de 25 pesquisadores das seguintes instituições, além da Unicamp: Universidade de Brasília (UnB), Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Universidade Estadual do Norte Fluminense (UENF) e Universidade Federal do Paraná (UFPR).</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>CAPITAIS PESQUISADAS</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://eradaagua.files.wordpress.com/2012/05/tabela_estados.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-2825" title="tabela_estados" src="http://eradaagua.files.wordpress.com/2012/05/tabela_estados.jpg?w=196&h=449" alt="" width="196" height="449" /></a><br />
Depois de coletarem as amostras de água nos cavaletes das residências, seguindo procedimentos previamente estabelecidos, os pesquisadores as enviaram à Unicamp, onde as análises químicas foram realizadas. Os métodos analíticos empregados atualmente, destaca Wilson Jardim, são bastante precisos. Tanto é assim que determinados contaminantes foram identificados em concentrações equivalentes a nanogramas por litro. Um dado interessante proporcionado pelo estudo, segundo o professor da Unicamp, é que as capitais costeiras, como Florianópolis, Vitória e Rio de Janeiro, apresentaram níveis de contaminação inferiores às demais. A explicação para isso, cogita o especialista, é o fato de esses municípios lançarem parte do esgoto diretamente no mar. “Desse modo, os rios de onde a água é captada para posterior fornecimento à população apresentam concentrações inferiores de poluentes”, argumenta.</p>
<p style="text-align:justify;">No caso do Brasil, insiste o docente, a alternativa de curto prazo para enfrentar esse tipo de problemática é estabelecer novos valores de referência para a potabilidade da água. Wilson Jardim lembra que já existem tecnologias disponíveis capazes de remover os contaminantes não legislados. A própria lei brasileira, segundo ele, estabelece que as concessionárias de água devem adotar métodos de polimento mais sofisticados contra substâncias potencialmente nocivas, mesmo que elas não estejam legisladas. “É claro que um investimento desse tipo pode encarecer o custo de produção da água potável. Entretanto, temos que considerar que determinados compostos acarretam custos sociais ainda maiores, visto que podem trazer sérias sequelas não apenas ao ser humano exposto, com também aos seus descendentes”, pondera.</p>
<p style="text-align:justify;">Wilson Jardim assinala que, se olharmos o cenário mundial, perceberemos que até mesmo os países que tratam 100% do seu esgoto enfrentam problemas de contaminação da água potável. Isso decorre de uma série de fatores, entre os quais o crescimento e adensamento populacional e a chegada ao mercado de novas substâncias. “Estudos indicam que 1.500 substâncias são lançadas anualmente no mundo. São moléculas novas, às quais não estamos tendo tempo de estudar. Além disso, o padrão de consumo da sociedade tem crescido freneticamente. Antes, uma pessoa usava, em média, três produtos de higiene pessoal antes de sair de casa. Hoje, usa dez. Há alguns anos, as pessoas passavam filtro solar apenas para ir à praia e à piscina. Agora, muita gente passa diariamente para ir trabalhar, inclusive por recomendação médica”, exemplifica.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Continuidade</strong></p>
<p style="text-align:justify;">De acordo com Wilson Jardim, as pesquisas em torno da qualidade da água potável das capitais brasileiras terá continuidade. O INCTAA vai se dedicar ao tema por mais dois anos. Nesse período, os pesquisadores trabalharão em duas frentes. Primeiramente, as análises realizadas nas 16 primeiras cidades serão repetidas, para verificar se houve alguma alteração. Em seguida, o trabalho será estendido para as demais capitais. “Queremos traçar um panorama geral do país por intermédio desses municípios. Penso que temos prazo suficiente para concluir essa tarefa”, calcula o docente da Unicamp. Ele informa que os estudos realizados pelo Laboratório de Química Ambiental (LQA) em conjunto com o INCTAA já têm contribuído para que as concessionárias considerem promover melhorias em seus sistemas de tratamento de água.</p>
<p style="text-align:justify;">Em Campinas, por exemplo, a Sociedade de Abastecimento de Água e Saneamento S/A (Sanasa) demonstrou interesse em adotar novas tecnologias que possam reduzir a presença de contaminantes não legislados na água fornecida aos campineiros. Além da Sanasa, outras concessionárias do Estado de São Paulo também estão iniciando conversações com Wilson Jardim com o mesmo propósito.</p>
<p style="text-align:justify;">Fonte: Jornal da Unicamp</p>
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		<title>Pesquisa constata que o alecrim-do-campo (Baccharis dracunculifolia) absorve arsênio e pode proteger solo e água em áreas de mineração</title>
		<link>http://era-da-agua.com/2012/05/22/pesquisa-constata-que-o-alecrim-do-campo-baccharis-dracunculifolia-absorve-arsenio-e-pode-proteger-solo-e-agua-em-areas-de-mineracao/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 May 2012 15:06:03 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Pesquisa de mestrado no ICB constata que planta absorve arsênio e pode proteger solo e água em áreas de mineração Por Itamar Rigueira Jr. Técnicas geralmente usadas na recuperação de solos contaminados por metais pesados são caras, destroem a paisagem &#8230; <a href="http://era-da-agua.com/2012/05/22/pesquisa-constata-que-o-alecrim-do-campo-baccharis-dracunculifolia-absorve-arsenio-e-pode-proteger-solo-e-agua-em-areas-de-mineracao/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=era-da-agua.com&#038;blog=21375580&#038;post=2818&#038;subd=eradaagua&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><em>Pesquisa de mestrado no ICB constata que planta absorve arsênio e pode proteger solo e água em áreas de mineração</em></p>
<p style="text-align:justify;">Por Itamar Rigueira Jr.</p>
<div id="attachment_2819" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://eradaagua.files.wordpress.com/2012/05/alecrim.jpg"><img class="size-full wp-image-2819 " title="alecrim" src="http://eradaagua.files.wordpress.com/2012/05/alecrim.jpg?w=500" alt=""   /></a><p class="wp-caption-text">Manchas avermelhadas indicam um dos efeitos tóxicos do arsênio na flora (Arquivo: Lívia Gilberti).</p></div>
<p style="text-align:justify;">Técnicas geralmente usadas na recuperação de solos contaminados por metais pesados são caras, destroem a paisagem e podem afetar a saúde de pessoas diretamente envolvidas. Uma estratégia alternativa é a fitorremediação, que consiste na utilização de plantas que removem ou diminuem a presença de elementos nocivos ao ambiente. No caso de áreas de mineração como em Nova Lima, onde solo e águas superficiais e subterrâneas apresentam alta concentração de arsênio provocada pela escavação de rochas, a solução pode estar no alecrim-do-campo (Baccharis dracunculifolia).</p>
<p style="text-align:justify;">“Diferentemente da maioria das plantas, que não toleram o arsênio em altas concentrações, o alecrim-do-campo absorve e imobiliza o elemento em sua raiz, o que evita a ingestão por insetos, que se alimentam de suas folhas, e por pessoas que usam a planta com fins medicinais”, explica Lívia Gilberti, autora de dissertação de mestrado que constatou que a espécie sobrevive a níveis muito altos de arsênio no solo.</p>
<p style="text-align:justify;">Interessada em estudar possibilidades de fitorremediação na região do Quadrilátero Ferrífero, que tem na concentração de arsênio no solo (mais de 8000 mg/kg) um grave problema ambiental, Lívia percebeu que o alecrim-do-campo cresce de forma bem distribuída em área minerada de Nova Lima e partiu da hipótese de que a planta é especialmente tolerante. Coletou amostras do solo e de tecidos da Baccharis dracunculifolia, espécie já conhecida dos pesquisadores do Laboratório de Ecologia Evolutiva e Biodiversidade, do ICB. A espécie, nativa e colonizadora de ambientes perturbados por alterações antrópicas, apresenta grande capacidade de crescimento natural e ampla distribuição, características que a credenciam a integrar projetos de recuperação de solos contaminados.</p>
<p style="text-align:justify;">Estudos foram desenvolvidos também em laboratório para comparação com a situação do campo: Lívia germinou sementes de alecrim e, depois de dois meses, sempre controlando fatores ambientais, aplicou arsênio no solo, em diferentes concentrações. “As plantas em contato com concentração elevada de arsênio cresceram menos, apresentaram manchas avermelhadas em algumas folhas e alterações na distribuição de nutrientes. Mas o alecrim cresce e se reproduz, ou seja, é tolerante ao arsênio”, afirma a pesquisadora. Ela ressalta que o alecrim usado em laboratório pode ser menos tolerante ao arsênio que as plantas observadas no campo, pois é provável que nessas áreas contaminadas já tenham ocorrido alterações genéticas na espécie.<br />
Replantio</p>
<p style="text-align:justify;">Depois de novas pesquisas que ajudem a entender os mecanismos de tolerância ao arsênio em B. dracunculifolia, o replantio poderá ser recomendado com o uso de exemplares que já apresentam mais resistência. “A exploração mineral tradicionalmente provoca intensa degradação ao meio ambiente. Além de remover a camada vegetal, do solo e rochas, ela acelera a liberação do arsênio nos solos e cursos d’água”, diz Lívia. Essa degradação, argumenta, torna imperativa a reabilitação das áreas impactadas pelas atividades da mineração, restabelecendo a cobertura vegetal do local minerado para corrigir ou diminuir os impactos provocados e evitar a contaminação de pessoas que vivem próximo a essas áreas. “Para isso, é importante que se lance mão de uma espécie nativa, que não vai alterar a paisagem e as características das áreas afetadas. O alecrim tem também a vantagem de ajudar a evitar a erosão e a lixiviação do arsênio no solo”, conclui Lívia Gilberti.<br />
Mineração é a principal fonte de arsênio</p>
<p style="text-align:justify;">O arsênio é um elemento abundante na crosta terrestre. Ele é naturalmente introduzido no ambiente a partir de erupções vulcânicas e do processo de erosão das rochas. Outras atividades aceleram sua liberação na natureza, já que, por exemplo, compõe fórmulas de herbicidas, inseticidas e conservantes de madeira. Mas a principal fonte de arsênio são as operações de mineração, que o expõem à água e ao ar, solubilizando-o e facilitando a contaminação de águas e solos.</p>
<p style="text-align:justify;">As pesquisas de Lívia Gilberti encontraram mais de oito mil mg/kg de arsênio nos solos de áreas próximas a depósitos de rejeitos de mineração em Nova Lima, e outros estudos na mesma região já detectaram altas concentrações do elemento em águas superficiais e subterrâneas que ultrapassam o limite permitido para consumo humano, que é de 10 µg/L.</p>
<p style="text-align:justify;">A exposição crônica ao metal aumenta o risco de várias formas de câncer (sobretudo de pele, pulmão, próstata e bexiga) e provoca hiperpigmentação da pele, doenças gastrointestinais, cardiovasculares, pulmonares, reprodutivas e neurológicas. A intoxicação continuada por arsênio é responsável por milhares de mortes em todo o mundo.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong> Dissertação:</strong> Potencial da espécie nativa Baccharis dracunculifolia DC (Asteraceae) para uso na fitorremediação de áreas contaminadas por arsênio<br />
<strong>Autora:</strong> Lívia Gilberti<br />
<strong>Orientador:</strong> Geraldo Wilson Fernandes<br />
<strong>Programa:</strong> Pós-graduação em Biologia Vegetal<br />
<strong>Defesa:</strong> 24 de fevereiro de 2012</p>
<p style="text-align:justify;">Fonte: Boletim UFMG Nº 1767 – Ano 38, publicada pelo EcoDebate.</p>
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		<title>ONU lista 56 recomendações para um mundo sustentável</title>
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		<pubDate>Tue, 22 May 2012 14:55:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>artcom a.c.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Avaliação]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Denise Menchen A ONU lançou na sexta (18), no Rio, a versão em português de um relatório com 56 recomendações para que o mundo avance em direção ao desenvolvimento sustentável. O documento, elaborado por 22 especialistas ao longo de &#8230; <a href="http://era-da-agua.com/2012/05/22/onu-lista-56-recomendacoes-para-um-mundo-sustentavel/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=era-da-agua.com&#038;blog=21375580&#038;post=2815&#038;subd=eradaagua&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><em>Por Denise Menchen</em></p>
<p style="text-align:justify;">A ONU lançou na sexta (18), no Rio, a versão em português de um relatório com 56 recomendações para que o mundo avance em direção ao desenvolvimento sustentável.</p>
<p style="text-align:justify;">O documento, elaborado por 22 especialistas ao longo de um ano e meio, traz sugestões mais ousadas do que aquelas que devem ser acordadas na Rio+20, a conferência da ONU sobre o tema que ocorre em junho na cidade.</p>
<p style="text-align:justify;">Entre as propostas estão o fim dos subsídios aos combustíveis fósseis e a precificação do carbono, com a cobrança, por exemplo, de impostos sobre as emissões de gases do efeito estufa.</p>
<p style="text-align:justify;">Espera-se assim estimular a disseminação de tecnologias verdes. “É um relatório com frases e recomendações muito diretas”, diz o embaixador André Corrêa do Lago, negociador-chefe do Brasil para a Rio+20.</p>
<p style="text-align:justify;">Para ele, o documento final do encontro de cúpula da ONU deverá trazer formulações “mais sóbrias”.</p>
<p style="text-align:justify;">Outras medidas sugeridas são a criação de um fundo apoiado por governos, ONGs e empresas para garantir acesso universal à educação primária até 2015 e a inclusão dos temas consumo e desenvolvimento sustentáveis nos currículos escolares.</p>
<p style="text-align:justify;">As recomendações são divididas em três grupos, de acordo com seus objetivos principais. O primeiro visa a capacitar as pessoas a fazerem escolhas sustentáveis; o segundo, a tornar a economia sustentável; e o terceiro, a fortalecer a governança institucional para o desenvolvimento sustentável.</p>
<p style="text-align:justify;">“As pessoas participaram desse painel a título pessoal, ou seja, elas não estavam representando governos. Isso dá mais força [ao documento], porque o painel pode dizer certas coisas que não são consenso [entre os mais de 190 países da ONU]“, diz Corrêa do Lago.</p>
<p style="text-align:justify;">O coordenador do relatório, porém, disse esperar que as recomendações sejam levadas em consideração pelos negociadores da Rio+20.</p>
<p style="text-align:justify;">Janos Pasztor citou o estabelecimento de metas numéricas para o desenvolvimento sustentável como uma sugestão que pode ser adotada no curto prazo. O tema está em discussão na Rio+20.</p>
<p style="text-align:justify;">A ex-primeira-ministra da Noruega Gro Brundtland, considerada “mãe” do conceito de desenvolvimento sustentável, participou da elaboração do relatório.</p>
<p style="text-align:justify;">O documento completo pode ser acessado pelo site www.onu.org.br/docs/gsp-integra.pdf .</p>
<p style="text-align:justify;">Fonte: Folha.com</p>
<br /> Tagged: <a href='http://era-da-agua.com/tag/desenvolvimento-sustentavel/'>desenvolvimento sustentável</a>, <a href='http://era-da-agua.com/tag/onu/'>ONU</a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/eradaagua.wordpress.com/2815/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/eradaagua.wordpress.com/2815/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/eradaagua.wordpress.com/2815/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/eradaagua.wordpress.com/2815/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/eradaagua.wordpress.com/2815/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/eradaagua.wordpress.com/2815/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/eradaagua.wordpress.com/2815/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/eradaagua.wordpress.com/2815/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/eradaagua.wordpress.com/2815/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/eradaagua.wordpress.com/2815/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/eradaagua.wordpress.com/2815/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/eradaagua.wordpress.com/2815/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/eradaagua.wordpress.com/2815/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/eradaagua.wordpress.com/2815/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=era-da-agua.com&#038;blog=21375580&#038;post=2815&#038;subd=eradaagua&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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